Como algo pode ser tão bom? Como algo pode dar-nos tanta liberdade? Como posso amar tanto algo?
Moda, amo-te intensamente. És meu refúgio, onde sinto-me plenamente feliz, dá-me a liberdade de ser o que eu quiser, sem medo do que os outros podem pensar, dá-me a liberdade de ter quantas faces eu quiser.
Contigo eu sou feliz, triste, mágica, simples, eu convenço, conquisto, persuado, faço o que quero, e, ainda assim, continuo sendo eu mesma.
Mudas, todos mudamos, mas para mim continuas sempre a mesma, sempre se adaptando a todas situações.
E mesmo que mudes, algumas vezes terei de ir contra ti, algumas vezes não estás correta, algumas vezes não és lá tão bonita.
E é isso que a faz tão diferente, tens lados bons e ruins, não és perfeita, temos de entendê-la, temos de pegar as partes boas e usá-las, e as partes ruins e modificá-las.
Em suma, agradeço por seres a mais dinâmica e contemporânea das artes.
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