Eu sei, já falei sobre ele outra vez, mas é que ele é um assunto tão presente no mundo, tão importante que há muito a ser dito a seu respeito.
Amor é, segundo o wikcionário, um "sentimento de gostar muito de outra pessoa ou coisa, de forma a querer e fazer o bem para essa pessoa, ser vivente ou mesmo coisa". Certo, o que é o amor já está definido, ao menos para o wikcionário.
Mas o amor tem algo de diferente em si. O amor pode até ser um sentimento e as demais coisas para alguns, mas para outros ele é outra coisa. Este algo diferente no amor é sua variabilidade. E isso eu não preciso nem exemplificar, visto que em nossa vida já devemos ter visto dezenas e dezenas de amantes. Mas mesmo assim, exemplificarei. Diz-se que existem sete tipos de amor, que vai do amor físico passando pelo mental e chegando ao amor altruísta, e todos esses tipos estão em apenas uma escala de amor. Já Douglas Adams não se aprofunda no assunto, apenas diz que o amor deve ser evitado, se possível. Há também a ideia de amor platônico, que é erroneamente atribuída ao grego filósofo. E há também, apenas para finalizar os exemplos, uma teoria que diz que o amor verdadeiro é como um triângulo, e se faltar um ou mais dos três lado será apenas uma amizade ou um amor vazio.
Bem, agora que não entendemos sobre a variabilidade do amor, vamos analisá-lo cientificamente. — o que não deixa de ser outra interpretação do amor — Biológicamente, o amor gera diversas correntes elétricas que nada mais são do que a manifestação de umas substâncias químicas das quais você deve ter ouvido falar naquela aula de biologia que tanto conversava, essas substâncias fazem com que o neurônio envie informações a outra célula, elas são conhecidas como neurotransmissores. Os principais neurotransmissores produzidos durante o amor são a dopamina, que é responsável pela euforia, a adrenalina, que é responsável pela excitação e a endorfina, que causa alegria. Por outro lado, durante o período "amoroso", há uma diminuição na taxa de serotonina do corpo, ausência essa que também é vista em casos de depressão e outras doenças psíquicas.
O amor pode ser visto como uma doença, o amor pode ser apenas a manifestação neurotransmissores, segundo alguns, o amor pode ser "explicado" com diagramas. O amor pode ser tudo, mas cabe a nós encontrar o nosso amor e dar a nossa interpretação a esse assunto cujos mistérios são talvez maiores que os da própria vida.
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