terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Um filme

Estava assistindo a um filme ficcional, desses inspirados em livros e coisa e tal. O tal longa-metragem era demasiadamente fictício, com diversas figuras daquelas que conhecemos dos contos de fadas. Desde parentes distantes de Nosferatu até licantropos não tão assustadores.
Porém, achei a produção cinematográfica de certo modo absurda, não devido aos lobisomens e vampiros. E sim graças a outra coisa que estava presente no filme e que, para mim, já tornou-se mais parte da imaginação  coletiva que da realidade. O filme na verdade era absurdo graças ao amor verdadeiro, coisa que hoje em dia não passa de ficção.

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