quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Essai sur l'égalité des races humaines¹

Nós não somos iguais, isso é fato. Mas todos nascemos iguais. Todos nascemos com as mesmas chances de sermos algo na vida.
O problema é a influência. Uma pessoa que nasce, cresce, costuma ler e é sempre incentivado a tornar-se um escritor que uma pessoa que nasce, cresce mas nunca viu um livro na vida. Apesar de cada um ter ido para um final diferente, os dois já tiveram as mesmas chances de se tornarem escritores.
Então se uma pessoa for malvada, ela não nasceu assim, ela não nasceu diferente de ti. A diferença foi a influência. Se essa pessoa foi instigada à maldade, se disseram a ela que ser mau era a coisa certa a ser feita, ela ganhou essa tendência a ser cruel.
Por isso, tente sempre ser a melhor influência para uma pessoa, tente ajudá-la a ser o que é certo, porém sem interferir na identidade dela. Procure sempre apenas acrescentar um novo ponto de vista à situação, e não tomar somente uma perspectiva e manter-se com ela.
Em suma, não somos iguais hoje, mas éramos iguais.

¹Ensaio sobre a igualdade das raças humanas.

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