quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Sobre o amor

Sim, não tenho sobre o que falar. Escreverei sobre o amor então. Escreverei clichês sobre o clichê.
Ok, então vamos ao assunto. O amor é uma coisa muito complicada, crianças. Newton não achou uma fórmula que calculasse o porquê dele acontecer. Platão tentou explicar, mas ficou apenas nas ideias. Então, por isso, eu não focarei-me em explicar o que é ou como ele se manifesta. Eu apenas relatarei o que eu sinto quando ele aparece e o que eu sinto por ele.
Então venhamos aos meus sentimentos. O que eu sinto quando ele vem é simples. Ansiedade, seguida de alegria e em algumas vezes de decepção
Agora falarei sobre o que sinto por ele. Sinto aversão, para não dizer algo pior. Se me fosse possível escolher, eu não amaria. Ele infelizmente tem um costume de trazer desgosto e falsas esperanças consigo e disso eu não gosto. As alegrias não compensam as tristezas. Os sorrisos não secam as lágrimas. Se eu pudesse, eu abdicaria a toda e qualquer forma de amor. O amor nos transforma em tolos, o amor faz com que fiquemos irracionais. Algumas vezes eu queria deixar algumas pessoas de lado, elas não me são úteis, elas não acrescentam nada à minha vida. Mas então eu vejo aquele sorriso bobo e aquela piada sem graça que despertam dentro de mim esse sentimento ao mesmo tempo sublime e perverso e então esqueço de tudo.
O amor só faz bem a quem é amado, eis tudo.

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