terça-feira, 26 de abril de 2011

Ensaio sobre o álcool.

O álcool, que vem do árabe al-kohul, é um composto orgânico que apresenta em sua estrutura uma ou mais hidroxilas ligadas a carbonos saturados.
Certo, a partir disso pode-se entender o que é um álcool. Mas não é disso que eu quero tratar neste texto. Eu quero tratar de meu asco pelo álcool. Antes de tudo, que fique claro que vou criticar um álcool em particular, o nosso querido etanol. Não por causa de seu contínuo aumento de preço nos postos do Brasil, nada disso, vou criticá-lo enquanto parte integrante de bebidas alcoólicas.
Assim, pode concluir-se que minha crítica volta-se às bebidas alcoólicas. Portanto, vou aos argumentos. Tenho apenas dois motivos para não gostar do álcool, mas são suficientes para um quase ódio.
O primeiro motivo é apenas um capricho, literalmente um gosto. Simplesmente não gosto do sabor do álcool, tomei apenas para experimentar e naquelas balas de licor. Detestei em ambas as ocasiões.
A segunda razão não está no álcool em si, está no que ele causa nas pessoas. Eu realmente odeio pessoas bêbadas. Ao beber as pessoas ficam completamente idiotas, e, como é de conhecimento de alguns, não gosto da idiotia, sobretudo da proposital. E visto que a pessoa tomou o álcool por conta própria ela tinha consciência do que fazia e, assim, caracteriza-se uma idiotia proposital. Outra coisa que me dá desgosto do álcool, ainda no assunto dos efeitos físicos e psicológicos que ele inflige na pessoa que o ingere em demasia, são os acidentes decorrentes da falta de consciência que há no alcoolizado. Entristece-me bastante ver tantas pessoas perdendo suas vidas por culpa de outras que, por terem exagerado na ingestão de bebidas alcoólicas, acabaram tendo seus sentidos e coordenação motora debilitados.
Por fim, quero dizer que não desgosto das pessoas que bebem álcool, sei que é um gosto e o respeito. Apenas espero que tenham consciência e que não exagerem ao beber.

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