quinta-feira, 7 de abril de 2011

O homem.

Odeio o homem, honestamente. Não a um homem em particular, nem aos indivíduos do sexo masculino, não. Odeio o homem no sentido de humanidade, odeio o ser humano, e esse não é um pensamento misantropo, longe disso, adoro a presença de humanos, e gosto de alguns, mas odeio o ser humano.
Pois bem, odeio o homem porque ele é tão desenvolvido. Odeio a maneira como ele se desenvolveu, odeio todo esse intelecto que o homem tem.
O homem se desenvolveu tanto mas acabou se tornando um ser passional, e paixões, sentimentos e derivados nunca são bons. A partir daquele conceito de razão versus emoção, é fácil concluir que quando se tem emoção demais a razão acaba faltando. E sem razão não se vai a lugar algum.
Sendo assim, o homem deve sim ter emoções, porque alguém sem emoções é alguém completamente infeliz e, por vezes, alguém sem compaixão. Porém, o homem não pode ser apenas sentimental, ele precisa saber o limite do seu sentimentalismo.

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